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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Discurso da Deputada Federal Perpétua de Almeida em defesa da Ayahuasca

Enquanto a Dilma faz apologia da verdadeira droga (no sentido pejorativa do termo) chamada Proibicionismo tem gente que ainda defende a religiosidade brasileira. Religiosidade que merece o seu reconhecimento e não o preconceito estupido que lhe é atribuido por uma saraivada de ignorancias da grande mídia. (ver: Dilma e o proibicionismo no DAR)

Li o texto inicialmente da deputada, sobre a religiosidade ligada ao ayahuasca, no site da Beatriz Labate

O excelente discurso da Deputada Federal Perpétua de Almeida, pode ser lido no Jornal Feira Hoje, aqui

Infelizmente, em termos eleitorais, no que se refere os candidatos que disputam a presidencia a coisa continua obscura. Da direita a suposta esquerda, vemos a defesa quase generalizada do proibicionismo.

A saída parece que precisa vir das ruas. Dos blogs, das marchas, dos protestos, do grito, da arte, da religião, da redução de danos e todos aqueles que colocam suas faces a frente para apontar o virus chamado proibicionismo.

Diante de tamanha infamia governamental, e suas poucas oposições, podemos ter certeza de que ainda existe política além do voto!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Pequeno Dicionário de Psicodelia

Da galera que escreve aqui e 
quiser adicionar mais coisas é 
muito bem vinda.

terça-feira, 23 de março de 2010

Respostas à desinformação da Veja


Blog de um jornalista acreano, respondendo à matéria sensacionalista (como a maioria) da revista elitista, conservadora e preconceituosa - VEJA, que alguns ainda insistem em levar à sério....

O ACRE NO ALTAR

MOISÉS DINIZ

A revista Veja acaba de publicar uma sensacionalista reportagem sobre o assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas, 53, e de seu filho Raoni, 25. Na reportagem, sem nenhuma base material, a revista acusa o criminoso Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, 24, Cadu, de ter ingerido ayahuasca, levando-o a cometer o crime.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Um adeus ao mestre


Por Coletivo DAR

Glauco Villas-Boas, 53, foi assassinado dia 12 de maço, junto com seu filho Raoni, de 25 anos, em circunstâncias ainda não plenamente compreensíveis para todos nós. Ele deixa um enorme vácuo na produção de tirinhas e na produção de cultura neste país. Um vácuo ainda maior, incomensurável, fica dentro das pessoas que o conheciam de perto, seus familiares, amigos, colegas de profissão e a mulher e filhos, e também, mãe e irmãos de Raoni. A esses dedicamos todo nosso sentimento.

As dimensões da tragédia são grandes. É difícil encontrar justificativas físicas, metafísicas ou de qualquer ordem possível para mortes estúpidas, provocadas por armas de fogo de fácil acesso, e que só servem para aumentar nossa indignação e tristeza.

Muitos de nós, membros do DAR, aprendemos a gostar de quadrinhos lendo o Geraldinho na Folhinha, não aprendemos direito, mas bem, demos o salto de qualidade da Turma da Mônica e da Turma do Arrepio e de outras Turmas afins. Depois fomos (re)formados pela invejável geração que produziu os três amigos e nunca deixamos de acompanhar o que estes três amigos, Laerte, Angeli e Glauco, faziam diariamente na cabeça desta nação, com seu humor afiado, socialmente consciente, mas ainda assim irreverente, provocador.