quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Entrevista com a historiadora Isabela Oliveira sobre o chá de ayahuasca e a Igreja do Santo Daime.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Enquete sobre projeto que susta resolução que permite uso religioso da Ayahuasca
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Adeptos do Santo Daime fazem manifestação em frente ao Congresso
Fonte: Beatriz Labate
Clique aqui para ver a notícia original.
Os adeptos do Santo Daime realizaram nesta segunda-feira (24), em frente ao Congresso Nacional, a Caminhada Ayahuasca Contra as Drogas, cujo objetivo é apresentar à sociedade informações sobre o uso do chá Santo Daime, ou ayahuasca, utilizado para fins religiosos. A passeata foi organizada pela Federação Nacional da Ayahuasca.
Os adeptos argumentam que o daime “não causa qualquer tipo de dependência, dano fisiológico ou síndrome de abstinência” e alertam para o risco de misturar a bebida com drogas como maconha ou cocaína . “Nós tomamos daime e não somos drogados” foi uma das frases impressas em cartazes durante a manifestação.
Nesta semana, a Câmara dos Deputados realiza duas audiências públicas para discutir a resolução do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) que permitiu o uso do chá do Santo Daime ou ayahuasca para fins religiosos. Um das audiências foi realizada nesta segunda-feira (24) e a outra deverá ocorrer na quinta-feira (27).
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O uso ritual da ayahuasca

Rafael Guimarães dos Santos - Bacharel em Ciências Biológicas - UniCEUB [1]
Artigo publicado na revista eletrônica do Centro de Estudos do Imaginário
fonte: http://www.cei.unir.br/res41.html
Em fevereiro de 2004 foi lançada a segunda edição, revisada e ampliada, do livro O uso ritual da ayahuasca. O livro trata ao longo de suas páginas sobre a trajetória que a ayahuasca vem fazendo, desde suas origens na Amazônia até seus usos nos meios urbanos. Esta fonte de conhecimento e poder[1], que é a ayahuasca, é preparada em grande parte dos contextos em que é consumida a partir do cipó Banisteriopsis caapi juntamente com a folha do arbusto Psychotria viridis. Tendo a Amazônia Ocidental como origem, a ayahuasca é estudada ao longo do livro com o devido cuidado e respeito que cada diferente contexto onde ela é utilizada (indígena, caboclo,urbano) merece.
O livro, que é composto por vinte e seis artigos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, relata três grandes temas sobre a liana dos mortos[2]: seus usos entre os povos da floresta, entre as religiões brasileiras institucionalizadas e seus aspectos biológicos-farmacológicos, demonstrando como o tema abordado é plástico e permite múltiplas abordagens.
domingo, 25 de abril de 2010
Assembleia do Acre resgata dívida histórica com mestres da Ayahuasca
Fonte: Bia Labate
Em sessão solene com a galeria e o plenário completamente lotados ontem (15), a Aleac entregou títulos de Cidadão Acreano “in memorian” aos fundadores das três principais comunidades tradicionais da ayahuasca: os maranhenses Raimundo Irineu Serra e Daniel Pereira de Matos e o baiano José Gabriel da Costa. A concessão dos títulos foi proposta em 2009 pelo deputado Moisés Diniz (PCdoB) e aprovada por unanimidade.
O evento reuniu representantes de diversas correntes religiosas e políticas e foi classificado pelo presidente da Mesa Diretora, deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) como o resgate de uma dívida histórica do Estado com três homens que ajudar a construir a história e a identidade do Acre. “Este momento é de reconhecimento por parte do Poder Legislativo, mas, mais importante que o reconhecimento, é a visibilidade a este debate para que a gente possa combater o preconceito, espantar a ignorância e afirmar que o povo acreano foi construído por muitas mãos”, declarou.