quinta-feira, 23 de junho de 2011
Debate entre aspas - Globonews - sobre descriminalização do usuário
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Marcha da Liberdade - RJ - Relato
quarta-feira, 15 de junho de 2011
MARCHA NACIONAL DA LIBERDADE - RIO
terça-feira, 14 de junho de 2011
Marcha da Maconha entra na pauta do Supremo
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Manifesto pela Marcha da Liberdade - 28 de maio
1ª MARCHA DA LIBERDADESábado, tarde do dia 21 de maio, Avenida Paulista:Quando a tropa de choque bateu nos escudos e, em coro, gritou CHOQUE! a Marcha pela Liberdade de Expressão do último sábado se tornou muito maior. Não em número de pessoas, mas em importância, em significado.Foram liminares, tiros, estilhaços, cacetadas, gases e prisões sem sentido. Um ataque direto, cru, registrado por centenas de câmeras, corpos e corações. Muita gente acha que maconheiros foram reprimidos.Engano...Naquele 21 de maio, houve uma única vítima: a liberdade de todos.E é por ela que convocamos você a aparecer no Vão Livre do MASP,sábado que vem, dia 28, às 14hs.Não somos uma organização. Não somos um partido. Não somos virtuais.Somos uma rede. Somos REAIS. Conectados, abertos, interdependentes, transversais, digitais e de carne e osso.Não temos cartilhas. Não temos armas, nem ódio.Não respondemos à autoridade. Respondemos aos nossos sonhos, nossas consciências e corações.Temos poucas certezas. E uma crença: de que a liberdade é uma obra em eterna construção.E que a liberdade de expressão é o chão onde todas as outras liberdades serão erguidas:De credo, de assembléia, de amor, de posições políticas, de orientações sexuais, de cognição, de ir e vir... e de resistir.E é por isso que convocamos qualquer um que tenha uma razão para marchar, que se junte a nós no sábado para a primeira #MarchadaLiberdade.Ciclistas, peçam a legalização da maconha... Maconheiros, tragam uma bandeira de arco-íris... Gays, gritem pelas florestas... Ambientalistas, tragam instrumentos... Artistas de rua, falem em nome dos animais... Vegetarianos, façam um churrasco diferenciado... Moradores de Higienópolis, venham de bicicleta... Somos todos cadeirantes, pedestres, motoristas, estudantes, trabalhadores... Somos todos idosos, pretos, travestis... Somos todos nordestinos, bolivianos, paulistanos, vira-latas.E somos livres!Em casa, somos poucos.Juntos, somos todos. E essa cidade é nossa!>Sábado, dia 28 de maio, 14hs, no vão do MASP, começa a 1ªMarcha da Liberdade.ESPALHE ESTA IDÉIA
sábado, 30 de abril de 2011
Avião da Marcha da Maconha decola Hoje!!
Entre 14:00 e 15:30 um avião sobre-voará as orlas do Rio de Janeiro (Barra ao Leme) um avião com uma faixa escrito: "Marcha da Maconha 7 de Maio - Ipanema as 14:00". A melhor fotografia do avião ainda concorre a premios da Radio Legalize.
É sem dúvida o evento histórico. Bonito ver como os ativistas pró legalização da cannabis conseguem se articular no Rio de Janeiro em pró de um mundo livre do proibicionismo.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Uma enquete na Folha.com quer saber:
Você é a favor da criação de cooperativas para o plantio de maconha?
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Ronaldo Laranjeira: Especialista em drogas?
Vamos ao vídeo para rir um pouquinho:
domingo, 26 de setembro de 2010
Estudantes, Ativismo e Política
sábado, 14 de agosto de 2010
Debate sobre nova política de drogas
fotos por Raoni Alves
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Nota Especial: Pedrada Próximo da Liberdade!
Direto do Hempadão
É chegada a hora de mover as tropas em defesa dos usuários da maconha. O juiz acabou de assinar a sentença que dará liberdade ao Pedrada, baixista do Ponto de Equilíbrio. O oficial de justiça já deixou o Fórum de Niterói e segue de carro até a Polinter do Grajaú. Precisamos chegar antes ou pelo menos junto com ele ao local.
Mobilize os amigos que estão longe do computador neste momento. O Flash Mob pela liberdade do Pedrada começa agora!
O sociólogo e ativista Renato Cinco também estará presente neste momento. O leitor que busca mais alguma informação pode entrar em contato direto com o próprio Cinco pelo telefone (21) 8705-3357
Chegar a Polinter do Grajaú é fácil:
Endereço: Rua Visconde de Santa Isabel, 272, Grajaú.
As seguintes linhas de ônibus deixam você na frente na porta da Polinter: 232, 240, 241, 266, 269, 434, 435, 503E, 600B, 625, 638, 639 e S09.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Homenagem ao Ponto de Equilibrio
Devidamente visto no Hempadão.
Pessoal, vamos agitar o Abaixo Assinado pela Soltura do Pedro do Ponto de Equilíbrio:
CLIQUE AQUI
quarta-feira, 17 de março de 2010
Contracultura Psicodélica
3.3.1 – Contracultura Psicodélica
Uma forte contracultura estabeleceu-se, especialmente nos EUA, utilizando algumas SPA´s como forma de contestação de um sistema opressor, tal como de uma tentativa de evolução pessoal ou juvenilização[1]. Nesta contracultura as principais substâncias utilizadas eram as “drogas” que Antonio Escohotado chamou de “visionárias” e outros chamam de enteógenas, especialmente a cannabis e seus derivados e o LSD[2] (ácido lisérgico), este último tendo sido sintetizado pelo químico Albert Hofmann. Diversos artistas, cientistas, ativistas se engajaram para promover uma transformação social radical usando como meio uma contracultura muito particular, nunca vista antes. Nas palavras de William Burroughs (in Leary, 1999, p.9-10), um dos grandes nomes da literatura da geração beatnik, escritas em 1989 no prefácio da autobiografia de Timothy Leary:
É fascinante poder olhar para trás e perceber a cintilante rede de conexões sociais, científicas, artísticas e políticas que foram engajadas e ativadas com o início da fase de experimentos psicodélicos (e Tim Leary era a figura central dessa rede). No momento certo, Allen Ginsberg uniu-se a Timothy em 1960. Sua determinação em democratizar a experiência com drogas e compartilhá-la com todas as pessoas estava bem de acordo com o tipo de mente igualitária de Timothy, e pode ter sido decisiva para a carreira posterior como Johnny Acidseed.
terça-feira, 16 de março de 2010
The Electric Kool-Aid Acid Test
"O Teste do Ácido de Refresco Elétrico"
(The Electric Kool-Aid Acid Test,trad Rubens Figueiredo, ed Rocco, RJ, 1993)
Dez mil jovens das flores, do ácido e da maconha,
anfetamina, cabeleira, coração que sonha,
Dez mil hippies, beats, cabeludos, doidões, todo o bando,
descendo a Haight Street em festa, cantando,
Tilintando os sininhos, colares, mandalas, badalação,
botas de duendes, barafunda, prostrado no chão
Diante do Profeta que retornou para os seus adoradores.
Tudo ao som da ladainha psicodélfica, polifônica gemeção,
Da banda musical dos Festivos Gozadores!”
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Resposta a Dilma Rouseff

A revista época entrevistou Dilma Rousseff, dia 20/02.
Link para matéria completa no Growroom
Eu copio abaixo a parte referente as "drogas" e abaixo uma discussão introdutória.
Revista Época - 20/02/2010
TRECHO SOBRE MACONHA E OUTRAS DROGAS
ÉPOCA – Como a senhora vê a descriminalização das drogas?
Dilma – A droga é uma coisa muito complicada. Não podemos tratar da questão da droga no Brasil só com descriminalização. Estou muito preocupada com o crack. O crack mata, é muito barato, está entrando em toda periferia e nas pequenas cidades. Não vamos tratar o crack única e exclusivamente com repressão, mas com uma grande rede social, que o governo integra. Há muita entidade filantrópica nas clínicas de recuperação. A gente tem de cuidar de recuperar quem já está viciado e cuidar de impedir que entrem outros. Tem de cuidar também para criar uma política de esclarecimento sobre isso. Não acho que os órgãos governamentais, Estado, municípios e União, vão conseguir sozinhos. Vamos precisar de todas as igrejas e entidades que têm uma política efetiva de combate às drogas. A questão da droga no século XXI é muito diferente daquele tempo de Woodstock, que tinha um componente libertário.
ÉPOCA – A senhora é a favor da repressão mesmo no caso de drogas leves, como a maconha?
Dilma – Não conheço nenhum estudo que comprove que a droga leve não seja o passo para outra. Esse é o problema. Num país com 50 milhões de jovens entre 15 e 29 anos, é complicado falar em descriminalização, a não ser que seja para fazer um controle social abusivo da droga. Não temos os instrumentos para fazer esse controle que outros países têm. A não ser que a gente tenha um avanço muito grande no controle social da droga, fazer um processo de descriminalização é um tiro no pé. O problema não é a maconha, mas é o crack. O crack é uma alternativa às drogas leves, médias, pesadas. Não é possível mais olhar pura e simplesmente para a maconha, que não é um caso tão extremo nem tão grave.
Reflexões:
De modo geral o pronunciamento de Dilma sobre as “drogas” é catastrófico e mostra um tipo de continuidade com as medidas repressivas inaceitáveis, especialmente quando um número cada vez maior de paises tem adotado estratégias de descriminalização com resultados positivos, com o caso de Portugal e, considerando políticas de drogas ainda mais antigas, podemos citar a Holanda. Estudiosos do tema, que poderiam servir de referência para superar a incompetência política de nossos governantes, já que trazem a complexidade da questão, dados históricos e culturais, como Antonio Escohotado, são francamente ignorados.
Vamos aos comentários da candidata à presidência Dilma Rousseff.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
H.B. - CIBERNÉTICA E ENTEOGÊNICA - 2/2
Subitamente você não tem mais corpo – é análogo á desincorporação que a bomba atômica traz consigo quando ela o atinge. É por isso uma coincidência que precisamente nestes mesmos dois anos, o LSD é sintetizado, a mescalina, o MDMA, mais a redescoberta do cogumelo...
Há uma ligação muito interessante entre a tecnologia e a experiência psicodélica.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Panfleto de Redução de Danos permancerá sendo usado em Nova York
Sobre o caso do panfleto de Redução de Danos do consumo de Heroína
Panfleto continuará em circulação.
Um panfleto sobre a Redução de Danos do consumo de heroína causou polêmica em Nova York. Os proibicionistas de plantão reagiram ferozmente ao panfleto que dizia: “Se você vai usar drogas, faça-o direito, porque até mesmo os viciados em droga merecem ter suas vidas protegidas.”. O panfleto ensinava a maneira adequada do uso da heroína, visando a diminuição de mortes por overdose e os danos causados por aplicações erradas de heroína, tal como diminuição dos casos de transmissão de AIDS e hepatite. Dito de outra forma, o panfleto tentava transmitir formas de uso mais seguro da heroína.
Em reportagem do New York Times (disponível no Psicotrópicus e no Terra Online), afirmou-se que:
Representantes do serviço municipal de saúde dizem que o panfleto de 17 páginas, em circulação desde junho de 2007, reconhece que, em termos realistas, é impossível impedir que os viciados em drogas intravenosas as utilizem. O texto oferece "10 dicas para um uso mais seguro" de heroína, entre as quais injetar drogas em companhia de outro usuário, caso algo saia errado, e "injetar corretamente para evitar infecções e colapso de veias".
Logo vemos o referencial pragmático do texto em questão, que logo pareceu um absurdo para o vereador Peter Vallone Jr. e a promotora Bridget Brennan, ambos acreditavam que o panfleto poderia passar a idéia de que o uso é algo corriqueiro e apelaram para que o panfleto fosse recolhido. Vallone considerou que as informações transmitidas tratavam os usuários como crianças, dando dicas sobre como utilizar o algodão ou álcool no processo do consumo. O vereador considerou a heroína um “veneno” que, por não ter usos seguros, deveria ser simplesmente afastada dos olhos alheios.
Por outro lado, no New York Times (NYT) lemos: “Os funcionários da saúde municipal dizem que o panfleto tinha por objetivo tornar "mais seguro" e não "completamente seguro", o uso de drogas. Karpati aponta que a primeira página do texto insta os leitores a ¿pedir ajuda e conseguir assistência para deixar de usar drogas", e que o panfleto oferece números de linhas telefônicas de assistência 24 horas”.
O texto do NYT considerou também a situação de Nova York, onde mais de 600 pessoas morrem por overdose acidental a cada ano.
Num encontro do vereador Peter Vallone com o comissionário de saúde da cidade (city health commisioner) Thomas Farley, ambos concordaram em discordar, e após a conversa, concordaram que o panfleto saísse de circulação na internet, e continuasse a ser distribuído pela cidade de Nova York. De acordo com Peter Vallone:
Eu encontrei o comissionário Farley. O panfleto não ficará disponível na internet, mas continuará sendo distribuído para as pessoas, sendo liberado em Riker´s (e outras localidades). Nós concordamos em discordar.
Resta saber como se pretende indisponibilizar o panfleto da internet, já que o mesmo já está em circulação em vários sites (http://nyctheblog.blogspot.com/2010/01/nycdoh-pamphlet-on-safe-intravenous.html). A situação parece estar se repetindo, em 2007 um outro panfleto já havia sido criado pelo Departamento de Saúde de Nova York tentando minimizar os riscos da aplicação da heroína e de seu consumo, e este panfleto foi chamado pelo sectário Vallone de “doente”. Cabe a pergunta para Vallone: é doente procurar minimizar os danos do consumo de drogas ou é doente tentar evitar essa redução de riscos e danos?
De acordo com o texto do “Housing Works” : a atitude de Vallone gerou a ira de ativistas da Redução de danos e AIDS, já que Nova York tem sido um forte auxiliador da Redução de Danos e criou o programa de troca de seringas desde o início dos anos 90. A RD lá tem atuado e a prevalência de HIV em usuários de drogas injetáveis desde lá diminuiu mais de 75% e hepatite C diminuiu a 1/3. Além disso, casos de overdose não intencionais diminuiu 25% de 2006 a 2008 representando pelo menos 200 mortes a menos. Por outro lado, já devem ter avisado ao insistente Vallone, estudos demonstraram que o programa de troca de seringa não aumentou o consumo de heroína.
Robert Tolbert, redutor de danos e membro da Voices of Community Advocates and Leaders (VOCAL), defendeu que o panfleto como uma “ferramenta de aprendizado”. Tolbert contraiu tanto HIV quanto hepatite C do consumo de heroína e nos conta: “Troca de seringas e instruções de como injetar não estavam avaliáveis na época que eu realmente usava. Se estas ferramentas estivessem avaliáveis para mim, quem sabe?” E disse: “Eu não encorajo o uso de drogas, eu estou encorajando que pessoas que possuem estas práticas, as realizem da maneira mais segura possível”.
Diante destes dados, diga lá leitor, qual sua posição sobre o panfleto de Nova York?
Referências e traduções de:
http://blog.drugpolicy.org/
http://www.housingworks.org/blogs/detail/nyc-harm-reduction-pamphlets-to-stay-in-circulation/
http://www.psicotropicus.org/noticia/5779
O panfleto completo:
http://www.flickr.com/photos/8258342@N08/sets/72157623153137244
domingo, 20 de dezembro de 2009
Liberdade para o cultivo caseiro de cannabis!
Lembrando que 10 pés não dá pra ganhar dinheiro nenhum, Fabio lembrou que o cultivo era para si e supreendeu os policiais ao dizer que era contra financiar o tráfico de drogas.
O rapaz chegou a ficar preso, já que a legislação de 2006 endureceu a pena com o tráfico de drogas, se tornando menos razoável do que a "Lei dos Tóxicos" de 1976. Atualmente a pena mínima por tráfico de drogas é de 5 anos, não tendo a legislação atual nenhum tipo de explicitação de quantidade para que se possa diferenciar um consumidor de um comerciante de substância tornada ilícita. Segundo Maria Lucia Karam, a lei 10.343/06 ao negar a liberdade provisória:
[...] Assim, repetindo regra indevidamente introduzida pela Lei 8.072/90 (a lei de crimes "hediondos"), a Lei 11.343/06 repete a violação à garantia do estado de inocência (ou pressunção à inocência). (1)
Prometo um post posteriormente sobre a questão da legislação.
Mas, por enquanto, fica a solidariedade tanto com o jovem Fabio, tal como com os ativistas da marcha da maconha, pessoal do Growroom, do representante da une no Conad, e com todos que atuaram na liberação e revisão do caso do jovem que, para os que ainda não sabem, foi liberado: http://oglobo.globo.com/blogs/sobredrogas/posts/2009/12/17/justica-volta-atras-liberta-homem-preso-com-dez-vasos-de-maconha-250969.asp
Para quem quiser acompanhar o excelente video produzido, pelo que sei, pelo pessoal do hempadão, acompanhe aqui: http://hempadao.blogspot.com/
Abraços Antiproibicionistas.
1 - KARAM, Maria Lucia . A Lei 11.343/06 e os repetidos danos do proibicionismo in LABATE, Beatriz. Drogas e Cultura - novas perspectivas. Salvador: Edufba, 2008.



